quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

De verdade!

O sonho caiu à terra, num raio de sol
Quente e luminoso.


O silêncio é cortado pela voz natural
Do canto do rio e das aves.

Harmonia salpicada aqui e acolá,
Pela musica de um peixe
Que vem à tona só p’ra te ver.

Ali ficamos, estendidos, preguiçosos, na areia dourada

Pelo calor do sol a meio da manhã.

Agora, o sonho é lembrança da maior saudade.
Saudade de tudo.

O rio, a fonte…

A boca, as mãos,

Os afagos.


Como é curto o momento.
Ingrato, o tempo que não pára.

Mais rápido que um tornado
O sonho tornou ao céu,

Lugar dos sonhos vividos.


E lá, esperará por nós
Para se tornar real e eterno.
Como os sonhos de amor

De verdade


Abdul-Hamid

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