domingo, 9 de dezembro de 2007

Por onde viajo procuro...


Por onde viajo procuro... revolto até o grão de areia

No espaço…

O novo, a vontade de preenchimento daquilo que ainda não temos e vamos alcançar.

Jóias, monumentos e delícias... arrumadas, duma forma brutal ao canto interior da memória, continuam a ser jóias, e monumentos, e delícias. Agora nos misteriosos sonhos que construímos e fantasiam o futuro, até atrás do grão de areia removeremos.

No tempo…

Todos os momentos são importantes, se cada momento fosse tratado com a sensibilidade magnânima de vida. São os momentos todos, uns mais que outros que elaboram os sonhos construtores dos próximos momentos e sempre assim, até que pensemos.

Os momentos que perdemos não foram, simplesmente.


Abdul-Hamid

4 comentários:

Anónimo disse...

Excelente texto. Excelente foto.
Parabéns.

Anónimo disse...

Não acredito que momentos que se perdem foram momentos que não existiram, mas...
Continuas com tanta alma posta na escrita quanto antes!
Um abraço

Salomé

antoniomaia disse...

Salomé, que prazer!
Como estás amiga? que tens feito?
Quando estiveres por perto, dá-me um toque, adorava conversar contigo.
Quando o Abdul se refere aos momentos perdidos, quis dizer, aqueles momentos que eram para ser e por este ou aquele motivo, não aconteceram. Já pensámos todos; se eu fizesse, se eu fosse... e acabamos por não fazer ou por não ir. Passaram na nossa cabeça, mas não foram executados.
Alma? Sim com paixão, sempre o mais possivel, como é que se pode estar na vida de oura maneira? É mais que uma opção, é a forma de vida. Damos tudo.

Uma vénia especial

antoniomaia disse...

Anónimo, ainda bem que gostaste, aparece mais vezes.
Abdul-Hamid, pensará também em ti quando escrever.

Venerando-te