sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Marina

Falar de Marina sempre é complicado, pois há um certo conflito entre o que a cabeça de cima pensa e o que a cabeça de baixo im(v)agina.
Marina havia sido agraciada, desde tenra idade já, com um corpo esculpido, carregado de ingênua voluptuosidade.
Falei ingênua, porque Marina não precisava querer os homens a seus pés, ela os tinha.
Era uma fêmea que mesmo sem querer transpirava cio, exalava tesão, contagiava todos os machos a seu redor, bastando-lhe ser como era. Uma verdadeira “potranca” como diriam os amigos lá do sul.
Pele morena, quase jambo, perfeita, um metro de setenta de altura, uns sessenta e cinco quilos de carne firme, cabelos grossos e fartos, sempre bem lavados e brilhantes, dentes alvos que brilhavam numa boca bem delineada por um batom cor do pecado, rosto que misturava o angelical e o demoníaco na dose certa (às vezes um mais que o outro), seios médios do tipo pera, com os biquinhos duros o tempo todo, uma barriguinha malhada pela própria natureza, uma bunda redondinha que rebolava no ritmo dos passos, coxas e pernas dignas de uma obra de Miquelângelo e pés, nos quais cada dedinho era uma pérola de raro valor.
Aquela música do Francis Hime e do Cacaso parecia realmente ter sido feita para ela.
Naqueles dias estava acontecendo a Bienal do Livro no Ibirapuera e Marina, por sua simpatia e seus outros dotes óbvios, havia sido contratada por uma editora para atender ao público no imenso stand que alugara.
Muito embora houvesse toda uma preocupação com ar condicionado e ventiladores imensos e potentes em cada canto, o calor daquele dia deixava qualquer um de língua de fora.
Marina desfilava no stand, sobre lindas sandálias com um salto de 15 centímetros, que mais ainda destacavam as formas de suas pernas e coxas morenas e gostosas.
Como eu havia chegado cedo e tinha sido um dos primeiros a entrar na exposição, logo aluguei um carrinho daqueles de supermercado, pois iria comprar diversos livros que precisava para minha profissão. Tratei de providenciar logo as compras necessárias, já programadas com antecedência, cuidando para que pudesse chegar ao stand de Marina próximo ao meio dia.
Quando me viu chegar, empurrando aquele carrinho parcialmente cheio de livros já adquiridos, entusiasmou-se comigo, pois dependia da comissão de venda.
Logo que se aproximou de mim senti-me inebriado com seu perfume e deveras tocado com o sorriso com o qual me brindou.
Simplesmente não conseguia parar de olhar aquela boca sensual, aqueles lábios mágicos, verdadeira jura de beijos incríveis.
Marina obviamente notou e, com uma dose de picardia perguntou: “Por que olha tanto para minha boca? Está querendo me beijar?”.
“Para lhe ser bem transparente, quero beijá-la todinha, horas a fio!” – respondi, colocando minha mão no seu ombro e acariciando levemente sua nuca e seus ouvidos.
Marina corou e, olhando bem em meus olhos, fez com a boca aquele sinal de beijinho, disfarçada e rapidamente, em meio a um sorriso arteiro e envergonhado.
Foi o incentivo que eu buscava. Foi a faisca necessária para incendiar todos os meus impulsos de macho. Foi o “sim” para uma tarde que certamente prometia.
“A que horas você sai daqui?” – perguntei.
“Saio às 14:00 horas!” – respondeu. “O que tem em mente? – arrematou.
“Tudo o que você pode e o que você nem pode imaginar! – respondi com um sorriso nos lábios, também lhe mandando aquele sinal de beijinho.
Passei-lhe um pequeno bilhete com meu nome e o número do meu celular e lhe pedi para me ligar na hora em que estivesse de saída.
Para disfarçar um pouco, comprei um livro de instruções para o cultivo de bonsai e saí.
Ainda passei num outro stand ali próximo, onde comprei mais dois livros que precisava e depois me dirigi à lanchonete, onde, em meio a um rápido lanche, fiquei esperando o tempo passar.
Às duas e quinze meu celular tocou e ouvi a voz de Marina me dizendo que estava liberada de seu trabalho.
Em poucos segundos combinamos um local de encontro e logo já estávamos caminhando rumo a meu carro.
Descarreguei meus livros e os acomodei no porta malas, abri a porta do carro para Marina, entrei e, não aguentando mais a sedução do momento, beijei os lábios daquela fêmea estonteante, buscando sua língua com tanta sede que, a respiração de Marina se entrecortou e seu coração disparou. Isto sem falar nos biquinhos de seus seios, que de tão endurecidos pelo tesão, quase perfuravam os tecidos que os guardavam.
Procurei me acalmar um pouco e a convidei para almoçar.
Conhecendo-nos melhor, almoçamos em um restaurante próximo, onde serviam um ótimo bife à parmegiana. O vinho que tomamos nos fez muito bem, uma vez que minou as já pequenas resistências que haviam.


Entre sorrisos e insinuações bem picantes nos convidamos mutuamente para a continuação do programa, em algum Motel da redondeza.
O problema é que pouco conhecia aquela região de São Paulo e não tinha nenhuma idéia de onde poderia encontrar um Motel.
Saí dirigindo a esmo, com os olhos atentos ao trânsito, mas ao mesmo tempo procurando alguma indicação quanto a um Motel.
Foi então que Marina me surpreendeu.
Colocou sua mão esquerda sobre minha coxa direita e começou a acariciar. Ía até o joelho e voltava até virilha.
Procurei me ajeitar melhor no banco do carro, permitindo que meu pau achasse mais espaço dentro da apertada calça.
Marina se virou para mim, reclinou seu rosto sobre meu ombro e simplesmente agarrou meu pau sobre o calça, iniciando carinhos mais ousados e estonteantes.
Abaixou-se um pouco e passou por baixo de meu braço, encostando sua cabeça sobre minha barriga. Rapidamente abriu o ziper de minha calça e com jeito libertou meu pau que já latejava de tesão por aquela deusa.
Em segundos já o tinha na boca e o sugava com maestria. Minha glande, dilatada ao máximo e rubra de tesão, com um início de visgo já brotando foi abocanhada por aqueles lábios gostosos e senti quando sua língua passava sorvendo o líquido que brotava.
Era difícil dirigir naquela circunstância e ainda procurar um Motel.
Foi então que vi um hotel bem simples, mas aparentemente decente, e falei para Marina dar um tempo que iria providenciar-nos um ninho de amor.
Entrei e falei ao recepcionista que não iríamos ficar hospedados, mas tão somente tomar um banho e descansar do trabalho da Bienal.
Paguei antecipadamente a despesa, pedi água mineral e um maço de cigarros, estacionei o carro numa vaga na lateral do Hotel e subimos para o apartamento.
Mal fechei a porta e já o tesão tomou conta do ambiente.
Agora sim éramos um do outro sem impedimentos. Finalmente aquela fêmea me pertencia como a queria. Minha!
Fomos arrancando a roupa um do outro entre beijos bem doidos e gemidos de tesão e fomos levando um o outro para baixo do chuveiro.
Marina não largava meu pau e o punhetava e acariciava sem parar.
Debaixo do chuveiro o sabonete, às vezes em minha mão e outras na mão de Marina, excursionava por nossos corpos, ao mesmo tempo lavando e perfumando e deixando-nos cada vez mais doidos pelo tesão.
Sentei Marina sobre a tampa fechada do vaso sanitário e, ajoelhando-me entre suas coxas morenas, afundei minha boca naquela vagina encharcada de fluidos e latejante de excitação.
Marina suspirou profundamente ao sentir minha língua lhe pincelando o grelhinho e a invadindo na profundidade possível.
Em segundos já gemia alto, tentando se acomodar o melhor possível junto à parede do banheiro.
O cheiro do cio tomou conta do ambiente e, aos gritos, Marina explodiu num gozo farto e sacudido.
Seus seios estavam duríssimos, seus biquinhos inchados e tesos.
Boca aberta, olhos parados e pupilas dilatadas, corpo tremendo nos últimos espasmos do gozo.
Ergui-me um pouco e a beijei com ternura, mas minha língua lhe sinalizou que aquele apenas seria o primeiro de muitos gozos daquela tarde.
Nos secamos um pouco com as toalhas do banheiro e fomos para a cama.
Marina, incialmente, deitou sobre mim, beijando minha boca com uma mescla de ternura e crescente desejo. Foi abrindo as pernas e senti sua vagina se encaixando em meu pau que já doía de tanta excitação.
Minha glande foi sendo engolida por aquela vagina quente e ensopada e senti que Marina já estava refeita, pronta para o próximo gozo.
Ergueu-se sobre mim e sentou-se sobre meu pau que foi literalmente engolido para dentro daquele vulcão de tesão.
Marina agora era a dona da situação. Galopava sobre mim, gemia e pronunciava palavras incompreensíveis, seus seios duros agitavam o ar, suas mãos se apoiavam no meu peito e o arranhavam como se fosse uma pantera a devorar sua presa.
Em um ou dois minutos ela já urrava próxima ao gozo e minhas resistências também terminavam na mesma hora.
Explodimos juntos num gozo inesquecível.
Esvaí-me naquela fêmea em meio a fortes gemidos.
Marina caiu sobre mim e ali ficou, arfando e pulsando, enquanto a acariciava e beijava.
Aquele corpo moreno, gostoso, quente e firme, aquela pele sedosa e cheirosa, aqueles cabelos grossos e fortes, aquela boca carnuda e tesuda e aqueles seios duros e firmes, que apertavam meu peito, produzia em mim um tesão tal, que impediu meu pau de amolecer.
Ainda escorrido de gozo ele permaneceu duro, como se quisesse logo, partir para o próximo gozo.
Marina notou isto e imediatamente se ocupou dele. Deitou-se entre minhas pernas e começou a chupá-lo, a lambê-lo, tirando dele o restinho de gozo.
Mamava nele como se estivesse com fome, com sede.
Massageava meu saco e apertava cada um dos ovos com a firmesa certa, como que ordenhando, como que preparando o próximo gozo.
Sua boca quente e gulosa e aquela língua maravilhosa fizeram com que tremores começassem a perspassar todo o meu corpo. Choques elétricos me atiçavam à toda hora.
Ela se ergueu um pouco, olhou-me nos olhos e falou: “Quero o seu leitinho aqui na minha boca, amor!” – e logo senti que meu coração disparava.
Percebendo que o gozo me chegava, Marina aumentou a pressão dos lábios e engoliu meu pau completamente. Sentia a glande na sua garganta e então explodi num gozo forte, latejante, sacudido, enquanto Marina sorvia cada jato de leite, engolindo tudo e lambendo o que excedia e escorria.
Ali ficamos deitados, um sobre o outro, nos acariciando, sentindo o pulsar do coração um do outro até que o tesão se reacendia e nos amamos muito, a tarde toda, como se o mundo lá fora não existisse.

»L?ã?¤Ðå¤Met?o«

1 comentário:

nanafloyd disse...

maravilha...soberba...deliciosa... amei!beijinho