terça-feira, 22 de abril de 2008

A Net por pretexto (conto erótico)

DE:»L?ã?¤Ðå¤Met?o«

Um dos motivos pelos quais sempre reluto um pouco em ir à minha casa de praia reside no fato de lá não ter Internet.
Sim! Detesto admitir isso, mas acabei viciando na tal da “telinha”.
Em janeiro último, lá na praia, para minha surpresa, haviam construído mais um casarão na minha rua. Gente de Joinville, me disseram.
Muro alto, gente arredia, fechada. Garagem com portão eletrônico da qual só se via um Alpha Romeo preto entrar e sair voando.
Bem ... aquilo não me dizia respeito.
Numa daquelas manhãs em que acordei super cedo, pelo fato de ter ido dormir muito cedo na véspera, pulei dentro da sunga, catei minha câmera fotográfica e uma toalha e me fui à praia para ver e fotografar o raiar do sol sobre o mar.
Lá chegando, estendi a toalha e me acomodei, pois a aurora nem ainda pintara o céu.
Alguns instantes se passaram e notei que alguém vinha descendo rumo à praia. Pelo jeito de caminhar vi que se tratava de uma mulher.
Estranhei que se aproximasse de mim sem receio, pois a escuridão ainda imperava.
- “Madrugando na praia?” perguntou-me sem cerimônias.
- “É! Caí da cama e perdi o sono!” respondi sorrindo.
- “Você mora na edícula de janelas marrons, né?”
- “Isso mesmo!” respondi surpreso.
- “E você? Onde mora? Como me conhece?” perguntei.
- “A casa de praia de meus pais ficou pronta em novembro, aquele sobrado perto de você. Vi você carpindo seu quintal outro dia. Por isso o reconheci.”
Levantei-me, estendi minha mão e a cumprimentei me apresentando.
Depois de rápidas palavras, estendi melhor a toalha e nos sentamos lado a lado. Como viu que eu fumava, pediu-me um cigarro.
Ficamos ali, pitando, e olhando o mar na direção que a aurora já coloria com os primeiros matizes de um novo dia.
- “Você também levantou cedo!” falei.
- “Não! Na realidade nem dormi ainda! Passei a noite na Net!” replicou.
Não consegui segurar o riso. E rimos bastante ao confessarmos nosso vício mútuo.
Preparei minha câmera e assim que o sol começou a dar seu espetáculo gastei um filme de 24 poses com aquela maravilha de aurora.
Cristina (assim se chamava a vizinha) a tudo acompanhava interessada e três fotos lhe foram dirigidas com alegria.
- “Logo mando revelar e faço cópia para você também!” lhe falei.
Agora que sol já iluminava tudo, pude constatar a beleza marota de Cristina. Uma mulher de cerca de 1.70m, cabelos castanhos longos e rebeldes, pele clara, um corpo sensual e atraente.
Seu sorriso é que mexeu comigo. Uma boca super sensual, emoldurada por um rosto com uma leve expressão de malícia.
- “Bom! O papo está bom, o dia vai ser lindo, mas o sono está me apertando!” falou-me ela por entre um bocejo.
- “Vou dormir!” disse sorrindo.
- “Também vou subir para casa!” falei, enquanto recolhia tudo e começava a acompanhá-la.
- “Se quiser usar a Internet, pode aparecer lá em casa! Há dois computadores lá, o meu e o de meu irmão que está na Alemanha!” falou-me em meio a um sorriso meio enigmático.
Antes de nos despedirmos, em frente a minha casa, dei-lhe o número de meu celular e, quando me falou que estava sozinha na praia (seus pais haviam viajado), me coloquei a sua disposição para qualquer eventualidade. Ela deu uma piscada intrigante e se foi.
Entrei em casa e me fui ao chuveiro tirar a costumeira areia de praia que gruda na gente.
Enquanto me lavava naquela água quentinha, que contrastava com o ainda frescor da manhã do litoral, o contato suave e deslizante do sabonete e a lembrança de Cristina provocaram-me uma ereção gostosa. Lavava o pau e o saco sem parar enquanto que ele, rubro e latejante, empinado e arrogante, se deliciava com o contato. Masturbei gostoso até grossos e abundantes jatos de esperma espirrarem contra os azulejos do box. Um gozo indescritível todo tremido e espasmado tomou conta de mim, deixando me completamente relaxado debaixo do jato forte e quente do chuveiro.
Constatei então que estava querendo aquela mulher. Se só pensando nela havia gozado daquele jeito, como não seria se a fodesse gostoso?
Lembrei do sorriso malicioso e enigmático dela, na hora em que me ofereceu o uso da Internet em sua casa. E lembrei-me da não menos intrigante piscada que me deu ao ir para sua casa.
Aos poucos "a ficha ia caindo", e me dei por conta que aquela mulher praticamente havia me "cantado", sem que na hora o tivesse percebido.
E agora! O que fazer? Ela tinha o número do meu celular, mas eu não tinha o dela. Ir a casa dela e simplesmente tocar a campainha? Não! Não faria isso.
À tarde, depois do almoço, dormi gostoso até as três e meia e depois fui me espreguiçar na praia. Adoro minha praia, pois durante a semana costuma ter pouca gente.
Já na boca da noite subi para casa, pois estava com saudade dum bom chimarrão.
Sentei na varanda com a cuia na mão e estava absorto em meus pensamentos quando meu celular tocou.
- "É Cristina! Como vai?" perguntou.
- "Já dormiu que chega?" perguntei sorrindo.
- "Sim! E você? Tá pronto prá noite?" perguntou.
Estranhei a pergunta, mas respondi que sim. Com ela estaria pronto para tudo, pensei.
- "Espero vc a partir das nove horas então!" falou.
- "OK! Estarei aí às nove!" respondi.
E agora? Meu coração batia mais forte que o normal. A imagem de Cristina, aquela fêmea gostosa e maliciosa, não me saía da lembrança. Rolaria algo? Ou somente baixaria meus E-mails e voltaria prá casa?
Tomei chimarrão mais um pouco, tentando me acalmar, e fui buscar pão e leite para o lanche da noite e para o café da manhã seguinte.
Depois do lanche passei a "matar tempo" diante da TV (que na minha praia não pega nada) e as oito e meia tomei aquele banho caprichado, com direito a tudo.
Com a barba bem feita, perfume discreto, e com pouca vergonha na cara, toquei a campainha na casa de Cristina às nove horas em ponto.
Recebeu-me com o mesmo sorriso que já me inebriava e levou-me a um apartamento meio isolado da casa, dizendo ser de seu irmão.
Ligou o computador para mim e falou que me sentisse à vontade.
- "Vou ver meus mails também!" falou sorrindo e saindo do quarto.
Entrei na net, na minha conta do hotmail, e vi meus mails (nada de interessante).
Entrei então na minha sala de Chat favorita e estava de papo com a turma, quando o sussurro começou a piscar.
Como eu havia dito a Cristina o nick que costumava usar nos chats, ela havia me localizado e me chamava, dizendo que seu PC estava com problemas.
- "Venha aqui no meu quarto, no corredor, o último à direita!" falou.
Saí da sala de Chat e da net e fui na direção que me falara.
Bati na porta e ela mandou entrar.

- "Desculpe! Não se assuste! Mas com esse calor todo, gosto de ficar bem à vontade!" falou.
Cristine estava sentada diante do PC só de calcinhas.
Quase morri de susto e de tesão na mesma hora. Aquele sorriso convidativo, aquela pele desnudada, aqueles seios gostosos desgovernaram qualquer sensatez e me rendi ao momento.
Aproximei-me dela, a ergui e a beijei terna mas esfomeadamente.
- "Deixemos seu PC para mais tarde!" falei em seus ouvidos enquanto a beijava com crescente tesão.
Aquela boca gostosa e molhada e aquela língua provocativa e nervosa me deixaram doido. Adoro beijos super molhados, saliva escorrendo e sendo lambida.
Cristina foi tirando minha camisa às pressas e minhas calças caíram no chão de imediato.
Conduziu-me na direção de um sofá, próximo ao PC, e ali caí sentado com aquela deusa entre minhas coxas, me chupando com fúria.
Que coisa de louco aquele oral. Cristine chupava com força, com desespero, ia engolindo meu pau com volúpia, enquanto habilmente massageava meu saco. Verdadeiros choques elétricos se formavam em minha coluna e, sem nenhuma defesa, sem que pudesse frear ou evitar, explodi num gozo farto, majestoso, inundando aquela boca quente e sedenta de todo o leite que dispunha no momento.
Depois de sorver-me, como uma criança gulosa sorve um picolé, olhou-me nos olhos e perguntou se havia gozado gostoso.
Puxei-a sobre mim e beijei aquela boca adorável, sentindo o meu próprio gosto ainda lá.
Acariciei e mamei aqueles seios empinados e gostosos arrancando de Cristine gemidos crescentes.
Beijei lhe o ventre e ensopei sua calcinha com minha boca e com minha língua que lhe ia de virilha a virilha, de coxa a coxa, enquanto sentia o cheiro de cio que lhe brotava da vagina, totalmente melada e já parcialmente aberta à espera.
Puxei-lhe a calcinha para baixo, no que me ajudou, ajoelhei-me no grosso tapete que havia em frente ao sofá, e mergulhei minha boca naquela vagina pulsante, à espera do gozo. Seu grelhinho palpitava tenso, os lábios escancarados, o meladinho já lhe escorrendo rumo ao ânus. Minha mão acariciava aquela gruta de prazer e, com o dedo bem melado no seu próprio sumo, fui entrando naquele cuzinho apertado que lentamente relaxava e me permitia a entrada.
Cristine já gritava nesta hora; o gozo lhe chegava apressado.
Chupei e lambi aquele grelhinho salgado por mais alguns segundos, continuando a enfiar-lhe o dedo melado no cuzinho quando começou a gemer e choramingar num orgasmo sacudido e tremido.
Continuei a chupar e lamber até o fim de seu êxtase e então voltei minha atenção para aquela boca gostosa, da qual já tinha saudade.
Nos beijávamos longamente, interrompidos apenas pela necessidade de respirar.
Ainda ofegante, com suor escorrendo, Cristine começou a me acariciar as costas enquanto nos beijávamos, arranhando de leve minha pele. Beijava-me os ouvidos, lambendo-os com a língua molhada e quente.
- "Me come gostoso, meu rei, coma sua putinha, coma!" sussurrava, deixando-me doido de excitação.
Entrei naquela boceta ensopada de uma só vez e a galopei forte, quase com raiva, estocando fundo, ao som do sofá que rangia. Cristina soltava gritinhos e gemidos que me orientavam quanto a seu estado de excitação.
Quando senti que ela estava chegando lá, liberei a atenção e gozamos juntos em meio a gemidos fortes, quase desesperados.
Fomos ao chuveiro, pois estávamos ambos escorridos de suor. Nos lavamos debaixo da ducha e ali mesmo novamente nos chupamos até o terceiro gozo da noite.
Nos amamos muito naquele verão. Quase que cada dia.
Nos amamos virtualmente pela Internet, diversas vezes depois daquele verão.
Hoje Cristine está casada. Já tem seus filhos.
Quando nos vemos na praia, nos sorrimos, nos cumprimentamos, mas ... a vida continua.

1 comentário:

nanafloyd disse...

ameeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei!beijao doce