terça-feira, 29 de dezembro de 2009

espero-te


não hesites.

anda e descobre-me como sou hoje.
recosto-me na cadeira e sonho como será a suavidade dos teus braços.

quase sem desejo, apenas nostalgia.
de um abraço perdido,
de um beijo esquecido,
de uma carícia guardada.

há palavras que nunca me disseram e que eu sonho tanto ouvir!...

mas não, não sei quais são.



surpreende-me.

conduz-me ao delírio do prazer em Amor.
mas deixa-me permanecer nos teus braços, aninhada…

e mesmo que sejamos pele com pele,
Funde-me em ti, sem ardor.

se não conseguires resistir,
peço-te apenas que não deixes de sussurrar o teu desejo junto ao meu ouvido.


e se não tiveres de parar, então não pares.                     Alma


4 comentários:

Anónimo disse...

na última frase falta-te um «se».
um belo exercício de escrita...

antoniomaia disse...

obrigado anónimo, já lá está o "se" ahaha
e obrigado também pelo comentário.

sem dúvida que é um belo exercício de escrita que só a Alma consegue desta maneira tão...

venerando-vos

Sandra Correia disse...

Desta maneira tão...
Atrevo-me a dizer sensível e bela...
Envolvente, quase num abraço...

Obrigada à Alma...
Lindo!

mimamig disse...

Alma de poeta... alma de mulher...alma de amante...

Admiro-te, Alma!

bjs

mimamig