terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

E és tu desde aí...


Assim como sopro de brisa que entra pela janela, senti o teu sorriso no meu rosto.

Sem perguntas, sem apresentações sentaste-te ao meu lado, soubeste de mim, do quanto era a Dor, a Tristeza que me vergava a Alegria.

 

E eu disse-me.

 

Na confiança de um abraço distante, devolveste-me segurança, falaste do fundo da tua vontade, da felicidade do teu mundo... e do quanto desejavas a do meu.

 

E olhando a curva do teu ombro, a Ternura com que sorrias Paz e Tranquilidade, encostei-me à tua presença e no silêncio das tuas palavras, adormeci.

 

E és tu desde aí...

 

Hoje falas-me de Saudade, de Desejo, de Inquietude também comigo.

 

E eu sinto-o ainda no teu ombro, onde permaneço, onde repousam as minhas noites agora rendidas aos teus sentidos.

 

E quando penso como eram, como seriam os meus dias, a minha escrita, eu sem ti, logo fecho a porta sobre o Antes do teu nome para deixar a Esperança entrar.                              Alma

1 comentário:

Luna disse...

Tão lindo! Não me canso de ler!

Adorei!

A foto linda também!

Bravo!

Um beijo doce para a Alma que me faz sonhar, e outro para ti meu bom amigo :)