quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Ordena-me...


Estendo-te as mãos vazias de mim e de ti, cheias de nada…

Este espesso nevoeiro turva-me, perco-te,

Apuro os sentidos, sinto-te em aroma, ouço-te em caminhada, mas não te encontro….

Quedo destituída de alma, consenti que ma levasses.

Nem sequer há lugar a lamentos, avisaste que assim seria.
E assim é.

Vanda Romeu

1 comentário:

antoniomaia disse...

obrigado pela participação
continua e força!
venerando a escrita