terça-feira, 12 de abril de 2011

perdemo-nos? ou nunca nos encontrámos?


queima-me a memória da suavidade do que "nós" representava.

um sonho ao raiar do dia, palavras de confiança, de quem se ria dos "talvez". eles não existiam, eram antes sorrisos certos ornamentando as certezas do meu, do teu olhar.

quem nos perdeu? quem se perdeu de quem? não vale a pena questionar., as culpas são sempre pares... uns porque não deviam, outros porque deviam. e tudo passa, o sonho, a doçura, a ternura.

não sinto rancor, ou raiva, negrume... apenas uma infinita, uma magoada tristeza. não sei se porque não devia ter-me iludido, porque não devia ter ficado, porque não devia... ou devia.

e este amargo de boca vazia do teu sorriso desenhado em mim.              Alma

7 comentários:

Anónimo disse...

O título desta bela prosa poética está um pouco disléxico. Peço-lhe desculpa desta minha chamada de atenção.
Gosto muito deste seu blogue que tenho visitado algumas vezes.

antoniomaia disse...

obrigado Anónimo
muito gosto pela visita e pela crítica

Anónimo disse...

desculpe mais uma vez mas ainda tem de emendar a palavra perdemo-nos. Às vezes acontece quando se está cansado.
Vou visitar mais vezes o seu blogue, o que me dará muito gosto tenho a certeza.

antoniomaia disse...

obrigado

Nuno Aivado disse...

MAIS UMA VEZ EXCELENTE!!!

Luna disse...

Mais uma vez um estado de alma muito bem ilustrado pela Alma :)

Devia...

Parabéns

Anónimo disse...

Perdemo-nos...
????????