sexta-feira, 13 de maio de 2011

quantas vezes em silêncio...



e quantas vezes procurámos nós convencer os outros sabendo da sua eterna e permanente desconfiança?

           assim como tantas outras vezes que sorrimos, olhámos o vazio através de um olhar, um sorriso sentindo o aroma da hipocrisia, a mão que, estendida, suava a falsidade do esforço do gesto…

mesmo que me leiam como Alma daí, saibam que neste ninho sou a mesma, de Alma inteira.

Alma

3 comentários:

Anónimo disse...

Alma, quem me dera saber descodificar-te para, num depois, te descobrir...

«e quantas vezes procurámos nós convencer os outros sabendo da sua eterna e permanente desconfiança?»
Sim, tem razão, quando há desconfiança de um lado é necessária muita paciência e comunicação para que ela desapareça. Pelo menos é assim que penso...

Parabéns por mais um belo texto poético da Alma.

Anónimo disse...

Sim, tenho quase a certeza de que a alma+Alma= pessoa no seu todo estão presentes na bela escrita (como Alma) deste blogue. Nem outra coisa era possível porque estão presentes, em cada texto, a experiência vivida pela pessoa e a sensibilidade do espírito.

antoniomaia disse...

obrigado aos anónimos pela visita!
tudo faremos para que continuem connosco.

vós sois Alma!